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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O que é melhor ser: Empresário ou empregado?

Como sabem, um dos meus planos para 2014 é iniciar um negócio ou pelo menos fazer o plano de negócio pois eu não suporto mais trabalhar e meu emprego (cheguei a conclusão que todo emprego em São Paulo é uma merda para os trabalhadores devido chefes e desrespeito a horários e leis trabalhistas). Você pode ler aqui meu planejamento 2013 e aqui comentários de 2012 sobre meu patrimônio.

Uma das coisas que eu mais ouço de todo mundo na comunidade de investimentos é como ser empresário é uma merda (eles mesmos falando). Falam que ser empresário é um cu, um saco, trabalho demais, pressão, blá blá blá. Que ser empregado é muito melhor. E aí a galera procede no ritmo do ódio contra mim falando que como eu quero ter meu próprio negócio se odeio trabalhar e odeio os horários merdas do meu emprego?

Vamos lá, porque ser empresário, na maioria das vezes é melhor que empregado:

- Você tem AUTONOMIA, LIBERDADE de horários. Pode ir pro médico a hora que quiser, na academia, emergências. Você pode colocar o funcionário para cobrir estes pequenos gaps e trabalhar quando quer. Se você adora trabalhar pela manhã (quando o tempo passa mais rápido) ótimo, se é um cara noturno, ótimo. Sendo empregado você é OBRIGADO a PEDIR PERMISSÃO para ir no médico, pra sair do escritório, até pra CAGAR ou olhar o celular dá merda com o pau no cu do chefe.

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- Você é quem manda. Muitos vão dizer “ah é uma bosta lidar com funcionário”, oras bolas, e lidar com chefe é bom? Ele detêm poder da sua vida. Se ele disser (como já mostrei aqui porque todo chefe é um canalha) que quer pegar sua esposa porque ele irá lhe demitir o que você vai fazer? Ele tem poder sobre seu pão de cada dia. Outra coisa, você pode ser esperto, contratar os caras com personalidade forte e chatos para lidar com algo que necessite de confronto ou força mental e os bonzinhos bundões em outras posições. Isso diminui um monte o stress do empresário.

- Você tem mais status. Chega na balada e diz “sou uma analista de marketing pleno na empresa X” ou diga que você tem uma loja (por mais cú que seja), quem você acha que fará mais sucesso? Ser empresário é muito mais moral e pode bater de frente com médico e ganha de juiz adjunto. É possível conseguir muito amor feminino só nisso. Se você tiver um negócio voltado para público feminino, aí amigo, eu faria uma vasectomia só pra garantir.

- Você depende de si. No seu trabalho como empregado você depende de 600 milhões de pessoas no dia a dia. Se você se esforçar (cortar custos, um processo novo, uma idéia nova, um projeto novo, inventar cura da AIDS) você não ganha merda nenhuma. Seu chefe vai ganhar o mérito, você um tapinha nas costas e um sorriso e no próximo pequeno minúsculo erro você logo será o pior funcionário do mundo na lista para ser demitido. No seu negócio, se você cortar custos, vender mais, inventar mais, inovar mais, melhorar as coisas, se esforçar de forma esperta o FRUTO E OS LOUROS FINANCEIROS E LABORAIS SÃO SEUS. Isso é um enorme motivador, uma enorme carga de testosterona, orgulho, alegria pois é tudo SEU. No caso do empregado você enriquece outro vagabundo.1347046609351

- É mais divertido e legal. Todo emprego é um saco, uma merda. Seu negócio você lida com várias coisas emocionantes. Você organiza e comanda como quer. No emprego é um série de regras cretinas pra destruir sua vida e tornar as 12 horas de sua vida um cu. Não pode isso, não pode aquilo, blá blá blá.

Aí você pode me dizer os “contras”: Empregado ganha 13º salário. Isso aí não tem nada a ver visto que esse salário a mais é gasto no seu negócio. Empregado tem horário definido. Ah claro, cadê hora extra, banco de hora, liberdade de ir e vir? Empregado não tem a mesma pressão, tem seu salário bonitinho no final do mês. Nada a ver, ambos tem pressão, um da falência, outro da demissão, ambos de performar bem.

Sobre a carga de trabalho que eu odeio (odeio trabalhar e quem gosta é retardado) e que a do empresário seria uma merda, é simples, o que me atrai é a autonomia e liberdade de escolha, eu por exemplo detesto acordar cedo, mas produzo bem pela manhã e de noite. Posso escolher como fazer meus horários. Sem falar que posso ficar de boa na empresa que é minha só observando a galera trabalhando e fazendo as tarefas.

O sonho de não ser mandado e estuprado emocionalmente é enorme e isso basta para o empresário ser melhor que ser empregado.

Forte abraço!

Se você ainda acha o máximo ser empregado então leia como fazer para ganhar salário 10.000 reais e os empregos melhores para ser milionário.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Planejamento e Retrospectiva 2013 financeiro e pessoal de um pobre

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Bom, chegou a minha vez de mostrar aos amigos como vai ser 2013 em termos pessoais e financeiros, tal qual eu faço minhas atualizações de patrimônio.

Metas e Retrospectiva vida Financeira

Tive meu patrimônio completamente destruído pela ANEEL ao destruir a Eletropaulo, ação da qual investi praticamente todo meu dinheiro na época.

Pra terem uma idéia, neste momento, caso a ELPL valesse o preço que eu comprei eu teria 140.000 reais de patrimônio. Hoje tenho 86.000.

Esse golpe foi muito duro em mim. Psicologicamente me mantive bem frio mas é engraçado como uma sensação estranha bate. Antes, quando eu tinha meus 24.000 reais de patrimônio (podem ver pelo gráfico nos posts mensais de atualização de patrimônio), eu me sentia muito empolgado, confiante, firme, adorava ver minhas planilhas, pensar em grana. Hoje eu não sinto mais esse prazer e é estranho.

A lição que eu tirei disso é simples, você ser pobre e feio faz tomar decisões para acelerar a independência financeira o que acaba fazendo tudo dar errado. E claro, diversifique.

Para o ano que vem minhas metas financeiras só tem um objetivo: Aportar, aportar e aportar. Minha meta é aportar 39.600 reais, ou seja, 3.300 reais por mês vezes 12 meses. Não tem muito como fugir disso.

Quero juntar muita grana pois não suporto mais meu emprego. Eu vou tentar aportar mais que isso. Quem sabe uns 42.000 se juntarmos bônus, décimo terceiro e aportes ainda mais arrojados. Para isso eu vou apertar ainda mais o pobretão way of life. Quero nunca deixar de aportar 3.300 por mês e quero ir além quando puder.

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Assim meu objetivo bem ousado é chegar a 150.000 reais ao final de 2013. É complicadíssimo e vou ter que contar com um pouco de sorte, coisa que não tenho.

O objetivo é conseguir dessa forma que no começo de 2014 eu possa abrir alguma loja. Meu objetivo está mudando eu quero algo que me dê 5.000 reais líquido de lucro e isso me faria muito feliz. Poderia até ser um troço fácil de tocar que eu pegasse um emprego braçal de 6 horas para complementar a renda. Só sei de uma coisa: Está impossível de suportar mais essa vida de emprego e eu vi que está mto complicado aguentar.

Quanto a Eletropaulo muito provavelmente não farei mais preço médio nela. Vou deixar aquela porra lá. Vou esquecer. Dane-se.

Metas e Retrospectiva vida pessoal

Eu divido a vida pessoal em vida sexual, vida física, vida de hobbies, etc. Sexualmente minha vida foi uma merda. Tive relações sexuais com 14 mulheres diferentes chegando a próximo de 65 mulheres diferentes que tive relação. Alguns poderão dizer que eu minto esse número mas eu acho que eu já falei isso pra alguém algumas vezes (mulheres) e fico paranóico de ligarem pontos. Mas é mais que isso.

Meu objetivo ano que vem sexualmente e não torrar grana com mulher cara. Quero poder ter uma por mês e barata. Ponto.

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Academia e meu físico? Esqueçam. Sei que éb duro para os amigos que fiz aqui e me aconselham (os haters eu só fico com pena do ódio bobo) mas não dá pra gastar com academia, esse ano é o ano que eu vou me preparar para abrir um negócio nem que seja uma biboca ridícula, só tem que me dá 5 mil reaizinhos. Só. Mas supondo alguma melhoria financeira do além, meu objetivo será ter abdominais aparentes.

Ter abdominais é importante para um homem ainda mais em São Paulo. Aqui só tem gordo com barriga feia. É engraçado ver os caras com as camisas sociais com aquele troço pendurado.

Hobbies? Continuar vendo filmes, alcancei um bom número de filmes visto. Só. Não tem muito o que fazer fora isso. Profissionalmente? Quero estudar como abrir empresas, tocá-las, estudar negócios, ler sobre isso, aprender. Pro meu emprego atual só vou levar em banho maria a princípio.

Nenhuma novidade mesmo. Apenas preparando o terreno para 2014.

O que você acha? E os seus planos financeiros, quanto quer chegar ao final do ano? Fisicamente? Quantas irá pegar ou vai ter como meta namorar? Qual hobbie irá desenvolver? Que curso irá fazer? Qual expectativa de aumento de salário?

Forte abraço!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Porque é muito mais díficil empreender atualmente do que no passado?

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Uma discussão que já ocorreu no meu blog na área de comentários (que proporciona muitas interessantes ao contrário do que haters idiotas falam) é da diferença entre empreender no passado e atualmente.

Eu sou da opinião de que empreender no passado era muito mais fácil que atualmente. E vou provar que é um fato. Fique a vontade para discordar apesar que sei que não vai conseguir.

Empreender era fácil no passado pois qualquer retardado mental conseguia com o mínimo de capital e esforço criar qualquer biboca de merda algo de sucesso ou que gerasse um lucro líquido que prestasse. Note que a maioria das empresas atuais gigantes vieram do passado e as empresas gigantes jovens atuais são apenas tecnológicas que vieram na cagada dos americanos dando certo (empresas do silicon valley que deram origem aos googles da vida) e empresas asiáticas idiotas que com os imensos subsídios monstros do governo conseguiram através do copy paste se tornarem gigantes do setor que atuam (Sony, LG, Samsung, etc).

Veja o caso do Brasil. A grande indústria brasileira ou cadeias agrárias/industriais surgiram através dos industriais de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul que eram merdões fudidos guerreiros vindos da Europa com alguma noção artesanal, empreendedora e habilidade industrial que usaram para criar impérios. Ora, qualquer canalha que soubesse fazer uma porcaria a vapor, uma porcaria de tear téxtil, uma habilidade de importar produtos, criar vinhos, fazer barcos pra pescar, criar móveis, faria fortunas ou sobreviveria do seu trabalho pois na merda do país não tinha nada de concorrência pra fuder o empreendedor.

Isso é verdade na década de 60 e 70 quando a ditadura militar acertadamente criou condições para o país permanecer crescendo através da indústria de linha branca e cresceu bastante a renda do país. Surgiu uma elite de idiotas funcionários públicos que se tivessem um pouquinho de inteligência, eu disse um pouquinho só, poderiam juntar grana e criar vários comércios para socar o pau de lucro no bolso.

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Alguns dizem que na década de 80 seria difícil empreender com inflação galopante, overnight, crescimento negativo. Mentira. A década de 80 encheu ainda mais os quadros do governo de funcionários públicos, todos recebiam salário, tinha-se chances de abrir qualquer coisa pois não havia concorrência de nada e qualquer pessoa mais esforçada entrava na faculdade pois não tinha porcaria de cotas, não havia nada impedindo ninguém de abrir lojas e indústria em qualquer lugar do país. A concorrência continuava zero e isso é o que faz alguém falir ou não no Brasil

Agora vamos a nossa geração. Pessoas que estão no mercado de 1995 a 2012. Que chances temos de empreender? Franquias saturadas. Todo mundo tem um maldito diploma. Tudo é mega absurdamente caro. Contratar funcionário é extremamente caro. Pra entrar numa faculdade é necessário esforços inacreditáveis por parte do vestibulando. CIdades já tem todos os serviços necessários em todas as regiões, é preciso ir para grotões para ter oportunidades de abrir uma biboca que dê algo que preste.

No passado, um artesão esperto e empreendedor faturaria hoje o que um físico, matemático, um químico de alta inteligência, com extremo conhecimento do planeta terra, geopolítica e coisas técnicas nunca antes vistas pelo ser humano consegue de salário atualmente.

Temos analistas e assistentes com MBA’s, Pós Graduações, conhecimentos mundiais, viajens internacionais que ganham o que um vendedor de maçã ganharia em 1970 e sustentaria famílias de 7 pessoas e este pobre analista não consegue nem uma namorada para sair e comer sushi em São Paulo.

Só um idiota afirma que hoje é fácil empreender e ganhar dinheiro. Nunca as coisas estiveram tão caras. Nunca foi tão difícil deixar de ganhar 2.000 reais, coisa que garçom ganha anotando pedidos e servindo cerveja coisa que pessoas com bolsa doutorado ganham. A situação no país é insustentável. Mais vale eu vender merda na feira da cidade do que gastar 40.000 reais de estudos durante a vida para ganhar 5.000 reais brutos trabalhando sem hora extra, banco de horas fazendo coisas que um macaco faria na frente um sistema de computador.

O Brasil é a terra da não mobilidade social. Estamos nós presos a pobreza eterna? Somos a terra do empreendorismo que nasce morto. Empreendedorismo na base do desespero.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Porque minha obsessão em ser rico - A jovem vida adulta de um pobre

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Já falei em outro post da minha infância de pobre e sobre minha adolescência. Para finalizar a série sobre o porque da minha obsessão em ser rico eu trago como foi a minha vida durante a faculdade, o meu primeiro estágio e os dias de hoje.

A jovem vida adulta de um pobre (18 a 24-25-26)

Entrei na faculdade. Nada impressionante em renome mas também nada podre. E se na adolescência a riqueza dos playboys e as garotas humilhavam-me agora a coísa é escancarada e realmente machuca e faz a diferença pois estamos falando de network e de como será a vida financeira daquele momento em diante.

- Na faculdade TODOS iam de carro pra aula. Quem não tinha carro, era porque ia de moto daquelas scooter transadas. Os que iam de ônibus eram os pobres que estavam nos cursos fudidos inúteis (ciências sociais por exemplo). Isso de não ter carro causava fortíssimas impressões negativas em mim. As mulheres pegavam direto caronas com seus namorados ou eram buscadas na porta da faculdade e muitas pegavam caronas com os meus colegas

- Isso significou que já no 1º semestre casais se formaram e ficadas ocorreram. Quem tinha carros legais se deu bem demais com as mulheres. Nenhuma mulher gostou de mim. Nenhuma. Todo carinha tinha já nos primeiros meses ficado ou pegado alguém seja pelo carro, seja por ser bonitinho. Eu nenhuma mulher gostou ou falava comigo direito.

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- Nas festas e nas baladas eu tinha uma dificuldade imensa de ir pra balada devido grana e locomoção. Deixei de ir na maioria. Isso significou que eu tive quase nenhum amigo e perdia as loucas situações que o pessoal passava de pegar geral, sexo, peguetes, rolos, flertes e até mesmo casamentos que ocorreram de alguns originadas dessas situações. Tudo por ser pobre.

- Nunca fiz nenhuma viagem internacional. 100% dos meus colegas fizeram viagens pro exterior pra trabalhar. Até hoje isso é uma mancha no meu currículo.

- Por ser feio os professores não gostava de mim. Parece que pegavam raiva por eu ser aquele rapaz que só está ali na dele mas é feio e isso deixa todos putos.

- Primeiro estágio. A forte humilhação que sofri das estagiárias e secretárias era algo assim assustador. Como eu não tinha muito dinheiro, meu sapato era feio daqueles de 20 reais e minha calça social era de uma cor feiosa também. Por sorte o setor em relação aos homens tinha pobretões e foi ali que comecei a aprender sobre a maravilhosa vida das primas.

- Primeira Namorada: Primeiramente eu perdi virgindade com ela. Ela tinha ficado com mais pessoas que eu. Humilhante. Depois de uns 6 meses de namoro ela começou a cansar dessa minha vida de pobre. Queria sair mais pra restaurantes, cinema. Cansou de andar de ônibus que balançava. Começou a sabotar a relação pois queria a vida dos baladeiros da facul, das viagens pra praia, das loucas noites de final de semana em shows e baladas e cansando de que não via potencial em mim me deixou de forma humilhante. Mal ela me deixou ela começou a dar pra um playboy que usava drogas.

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- Primeiro emprego: As pessoas me tratam como lixo de início mas aos poucos me estabeleço. Todos tem carro, já viajaram, tem mulheres, experiência, vida boa, tranquilidade. Eu tenho medo da demissão, currículo ruim, sem experiêcia em nada na vida (só em casas de massagem e dinheiro), sem carro, sem roupas legais, sem alegria de viver, sem conexões, sem network.

MInha vida adulta na faculdade foi muito ruim, uma continuação da vida adolescente só que a distância dos playboys se tornou gigante pois eles tinham poder econômico para fazer tudo o que um jovem quer fazer na vida (baladas, carros, mulheres, viagens, amizades, histórias loucas, drogas). Após a saída da faculdade e o primeiro emprego as coisas passaram a ser mais difíceis pela luta por status e minha luta para ser milionário pois eu vi que o mundo do trabalho era terrivelmente ruim, chato, cruel e sem fim. Para piorar, o contato com mulheres caiu ainda mais e não consigo namorar ou ficar com ninguém por longos períodos pela feiúra e não ostentação de grana.

E o resto vocês já sabem como eu conto aqui no dia a dia. Essa é a vida de um pobre, fechando a série e agora espero que entendam (os ricos e playboys) do porque pobretões tem obsessão com panicats e dinheiro. Uma vida inteira de bullying, humilhações, privações, assistindo diariamente a alegria e facilidade de vida dos outros sem ter nenhuma alegria na sua vida. E parece que não tem fim.

Mas a gente vai conseguir. Nós todos vamos chegar lá pobretões do meu Brasil.

Recado: Atualização do meu patrimônio sai no domingo. E ranking na quarta já com as inscrições pro ranking 2013 da maior competição de patrimônio de blogueiros do Brasil. Até.

domingo, 18 de novembro de 2012

As mentiras psicológicas que os empresários inventam para pagar menos aos pobres trabalhadores

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Estava eu vendo meus emails quando vejo um email de um colega de trabalho que me enfureceu e me deixou extremamente incomodado. Resolvi então denunciar mais uma vez como já vi a indústria da psicologia aplicada nas empresas pagas por empresários. Este é um post mal criado como sempre avise. Se não gosta espere o post de quarta.

A jornalista Ilya Pozin, da revista Time, lista nove maneiras simples de motivar a equipe sem precisar recorrer a um aumento

Esta é a canalha paga pelos empresário para realizar essa palhaçada.

Conheça as dicas de Ilya Pozin:

 

1. Seja generoso na hora de elogiar

O elogio é algo que todos querem receber, além de ser fácil de dar. O reconhecimento de um CEO vai mais longe do que se imagina. Enalteça as contribuições que cada funcionário oferece e observe sua equipe se esforçar para receber ainda mais.

Pobretão: Não adianta nada elogiar os dias que ficamos até tarde se fudendo e não pagar hora extra, banco de hora. O elogiozinho não vai fazer voltar aquele jantar com a família perdido, o cansaço, as olheiras, a tristeza. Nem vai mudar que estamos enriquecendo o seu rabo SUJO.

Pagar a hora extra é muito mais efetivo. Se é pra elogiar tem que dar já no outro dia as horas que ficou até tarde na empresa.

 

2. Livre-se dos gerentes

Remover a função do supervisor e passar esse "poder" ao time de funcionários cria um estímulo para que eles trabalhem melhor em equipe, já que eles não precisarão entregar relatórios de desempenho individuais. Além disso, as pessoas não sentirão que estão em níveis de importância diferentes dentro da empresa.

Pobretão: Isso vai significar mais salário, pagamentos, bônus para nós? Se sim beleza, se não essa é a idéia mais estúpida e salafrária que já vi, uma clara desculpa desta jornalista paga por empresários para realizar mais cortes de pessoas, destruir vidas e famílias e jogar milhões na fome, criar divórcios etc. Sua idiota!

 

3. Faça das suas ideias as ideias deles

Em vez de distribuir ordens, que tal fazer com que os funcionários sintam como se eles estivessem dando ideias? Frases como: "Eu gostaria que você fizesse assim" se transformariam em "Você acha que é uma boa ideia se fizermos assim?".

Pobretão: Pura idiotice. Que tal pagar um salário QUE PRESTE ou simplesmentes RESPEITAR o funcionário? É tão difícil assim? Grandes taticazinha bobona psicológica. É só o chefe não dar uma de Anderson Silva, lutador de vale tudo valentão.

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4. Evite criticar ou corrigir

Ninguém gosta de saber que está errado. Se você está procurando um desmotivador, eis aqui ele. Tente uma abordagem indireta para estimular as pessoas, e lembre-se que as pessoas precisam aprender com os próprios erros.

Pobretão: De novo basta respeitar, não levantar a voz e ser claro no que quer se não é pau na justiça do trabalho por assédio moral.

 

5. Dê liderança aos funcionários

Destaque o funcionário que tiverem melhor desempenho e seus pontos fortes, faça dessa pessoa um exemplo para os outros. Levante a moral dela e lhe dê um pouco de liderança, que isso motivará os outros.

Pobretão: Pague salários decentes, evite horas extras e quando tiver as pague e dê promoções e não deixe o cara parado a vida inteira no cargo. Essa babaquice de “dar liderança” pro cara significa simplesmente mais responsabilidades sem adicional de salário e sem perspectiva de subir na carreira, ou seja, não ser pra porra nenhuma a não ser joguetes do chefinho. Cadê o plano de carreira? Cadê as regras claras? Cadê o bônus?

 

6. Leve seus funcionários para almoçar de surpresa

Em um dia aparentemente comum, leve seus funcionários para almoçar. É um pequeno gesto que fará com que eles saibam que você reconhece o trabalho e esforço deles.

Pobretão: De jeito nenhum! A última coisa que o funcionário quer é almoçar com o chefe, é terrível quando eles vão e ficam enxendo o saco com seus papos e todo mundo tendo que concordar e entreter o chefinho, não podendo conversas as coisas que quer, tendo que ficar todo preocupado com o que fala. Vá pra sua casa ou com seus amiguinhos gerentinhos seus babaca, ninguém quer ser seu amigo, vá comer sua esposa que só está com você pelo seu salário e cargo seu babaca. Nos deixe em paz!

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7. Dê reconhecimento e pequenas recompensas

Além de elogiar o trabalho, tente recompensar a equipe e crie pequenos desafios internos. Crie metas e as coloque em um quadro onde todos possam ver. Aos que se destacarem, ofereça um jantar ou um presente.

Pobretão: Quase pulei da cadeira e soquei o teclado. Desafios internos? Que porra é essa? Nos deixe em paz, só queremos fazer a merda do trabalho e ir embora, nada de complicações. Jantarzinho e presentinho de recompensa? Por acaso eu tenho cara DE CACHORRO? NÃO SOU CACHORRO, NÃO, CANALHA. Pague a MERDA do salário, dê aumentos acima da inflação, pare com essas idiotices sua jornalista e empresários otários.

 

8. Realize festas na companhia

Organize festinhas de aniversário, estimule um happy hour, não espere por datas especiais.

Pobretão: Falsidade, idiotice. Happy hour? Claro quer dizer que ao invés de dar o direito por lei do funcionário ir para casa fazer suas coisas, viver sua vida, a cretina imunda da jornalista paga pelas grandes corporações quer que o funcionário fique em happy hours canalhas pra deixar todo mundo puto e mais cansado. Vão se danar.

 

9. Divida o sucesso e os maus momentos

Quando a companhia estiver indo bem, celebre. Isto fará com que o funcionário saiba que você é grato pelo esforço dele. Mas quando existirem desapontamentos, divida-os também. Sua equipe merece transparência e honestidade.

Pobretão: Pague meu salário, dê aumento e se você é pago mais pra ficar só mandando como um bobão então não me venha culpar pelos insucessos não. Vai dar pro diretor, se vira.

É incrível como as pessoas não vejam que isso é matéria paga e que não vejam que isso são táticas para demitir mais e não pagar salários mais altos. Os pilares para a felicidade no trabalho são simples mas eles são safadamento não abordados pela maldita. Horário decente sem hora extra e quando tiver que sejam pagas, altos salários, sem assédio moral e gritos e trabalho que seja tranquilo, estável e fácil, onde as pessoas saibam o produto que tem que entregar.

Malditas corporações corruptas.

domingo, 28 de outubro de 2012

Os gastos consumistas dos colegas de trabalho ricos

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Nada me deixa tão entendiado quanto conversar com chefinhos ridículos e colegas de trabalho. No almoço eu quase morro de monotonia. Só converso mais com alguns assuntos como UFC, futebol e dinheiro.

Ás vezes quando o assunto é grana ou estou só a dois com algum colega puxo assunto para saber de grana. Eu adoro saber sobre dinheiro, salários, oportunidades de negócio com outras pessoas.

Observando meus colegas eu vejo como pouca gente busca economizar, investir. Ninguém conhece letras de crédito imobiliário. Fundos de investimento imobiliário? Nem pensar. O pessoal investe no máximo em fundos de investimento (renda fixa) e alguns tesouro e CDB. Quando o assunto é ações, o pessoal tem muito, muito medo de perder dinheiro e só investe em Vale/Petro e algum banco mas a maioria não entra nisso. Muitas vezes deixam na mão do corretor para investir. Alguns vem pra mim e perguntam “Pobretão qual a boa ação pra eu entrar, tô querendo investir sabe”. Eu então digo pra diversificar entre setores (coisa que eu não fiz, não precisa lembrar seu bocó), falo de alguns setores ruins no momento pra tomar cuidado (elétricas, siderúrgicas em geral) e a pessoa ouve e fala “E a Vale e Petro, acho que é mais seguro nééé”. Porra. Não me peça mais opiniões.

Se nos investimentos é duro ver e conversar, quando é consumismo aí todos são especialistas. Pra começar todos tem um smartphone (galaxy e Iphone) e quando sai alguma novidade eles ficam completamente loucos para completar, já fazem pré-reserva, pesquisando horas sobre quando vai sair as novidades. Quando saiu o Iphone 5, todos ficaram nervosos e começaram a fazer continhas para comprar. Esta merda custa os olhos da cara ainda mais no lançamento mas estes retardados não querem esperar o preço baixar, eles querem comprar agora para poder serem os primeiros a se exibir.

Carro, toda hora tem um querendo trocar. Toda hora é papo pra cá e pra lá de “nossa o Air Cross é foda né”, “porra tô vidrado pra sair o Novo Civic”, “caralho viu o novo Ecosport?”. A galera faz um malabarismo, liga pra amigo, oferece o carro atual, fazem contas, ligam pra mulher, ficam rezando pra sair participação em lucros na venda, falam o dia inteiro do carro. E efetivamente trocam. Este ano vários trocaram de carro. E os carros antigos nem eram ruins. Imagina só a porrada financeira que tiveram? De 12.000 a 22.000 reais eu calculo. Que é isso?

Restaurantes e shows, eu não vejo um final de semana que o pessoal não sai pra torrar muita grana. Todo mundo sai com suas esposas e namoradas para torrar centenas de reais. Esses caras simplesmente não conseguem sossegar o cu em casa e comer algo caseiro. Tem, porque tem que ir em um restaurante encher o barrigão (todo mundo tem barrigas sinistras fora de forma no meu trabalho). Eu me pergunto se as esposas sentem atração por eles. Será que ela se sente bem vem um cara flácido com cabelos até no cu e pentelhos que cobrem 40% do orgão sexual em cima dela? Sou super feio de rosto e meu corpo é flácido também mas eu mantenho a pança sob controle no que eu posso e não tenho cabelo no cu.

Tem uma coisa que o pessoal faz muito que são reformas na casa. Toda hora é um móvel novo, televisão nova, lâmpada, microondas, máquina de lavar, almofada, lençol, travesseiro. Esse pessoal está todo mês botando mai merdas dentro da casa.

E claro, não faltaria as viagens. Quando se aproxima as férias de alguém é um alvoroço: “Pra onde você vai?”, “States?, “Europa”?. Esses caras precisam porque precisam viajar e torrar cerca de 5.000 a 12.000 reais em viagens. Não tem jeito, juntar grana, curtir algo light na cidade ou algo próximo está fora de questão. O consumismo do classe média alta em viagens se tornou não só um vício mas pressão social pois quem diz que nunca foi pra fora ou viajou nas férias sofre forte preconceito e olhares de julgamento.

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Finalmente, um comentário sobre as mulheres. Elas tem um consumismo peculiar. Enquanto os homens fazem gastos bem separados mas maiores, as mulheres fazem pequenos gastos frequentes permeados por gastos médios. Todo dia eu vejo elas comprando docinhos da moça do chocolate que passa no trabalho. Herbalife. Toalhinhas. Esmalte. Cremes. Brincos. Sapatos. Uma roupa bonita que viram na loja. E os grandes gastos das mulheres são principalmente conjuntos caros de roupas em lojas de renome, celular e nas viagens compram quantidade de coisas sinistras. Parece que se elas passam um dia sem comprar algo, entram em curto circuito. E em termos de investimento, sem comentários. Nunca vi uma falar de bolsa de valores, aliás de investir algo, nunca vi. De fato, é muito difícil falar sobre dinheiro com uma mulher. Elas não gostam.

E eu? Bom, eu fujo muito de papos de consumismo até para evitar sem mal visto e como fracassado no trabalho (pão duro). É perigoso ser visto assim no trabalho. As pessoas gostam de gastar e portanto dos semelhantes. Elas não querem um pão duro ou imaginar que tem alguém crescendo o patrimônio e eles entupidos de quinquilharias, pode gerar medo, receio e raiva (nos homens devido o fato que eu posso ficar rico e pegar geral já nas mulheres, bom, elas detestam pão duros).

É, nós pobretões temos que nos virar como pode. Vamos sofrer agora mas um dia vamos rir destes gastadores, presos até os 70 anos no trabalho e nós nos 37 já quase prontos para curtir a vida.

Relacionadas: O objetivo da Apple é fazer você mais pobre e destruir seu patrimônio financeiro, O show da Jennifer Lopez em São Paulo e porque não posso ter uma namorada e amigos por ser pobre, As tristes férias de um pobre que busca ser milionário

EDIT: Atualização do patrimônio ocorrerá quarta a noite